Reinaldo Azambuja não manda bilhetes

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Waldemar da Costa Neto e Reinaldo Azambuja, líderes do PL costumam conversar sobre política partidária sem causar manchetes no país.

Dois bilhetes movimentaram o cenário político no MS e revelou que o PL continua enfrentando muitas dificuldades em se comunicar internamente inclusive.

O jogo de recados escritos em papel escancarou o que muitos julgaram ser pedido explícito de dinheiro mas que foi qualificado e explicado como “lembrete” de fofoca que faziam contra o amigo deputado.

E pra finalizar a semana vimos a postagem de um manuscrito catinguento que evidenciou a preocupação do preso com o episódio dos R$ 15 milhões. A pataquada ganhou repercussão nacional e só serviu mesmo para rachar ainda mais os patriotas que insistem em não compreender que os adversários deles vestem vermelho.

Dois bilhetes, dois recados públicos absolutamente amadores e carregados de mensagens subliminares, típicas de quem não consegue resolver problemas em sala fechada (e isso não é sobre cela de prisão).

Nessa República de bilhetes comandada por pai e filho a gente começou a acordar curioso pra ler o próximo recado impresso.

Já Reinaldo Azambuja que costuma resolver os dramas partidários frente a frente e sem alardes, não fez carreira escrevendo besteiras em papel. E como Reinaldo não é do tipo que faz política escrevendo bilhetinho é bom ficar de olho nas decisões que ele já deve estar tomando já que aqui no MS quem determina os rumos do PL é ele.

Pelo bem da política e de sua própria história, não creio que Reinaldo Azambuja vá se sujeitar a cumprir ordens de presos enviadas em bilhetes e postadas pelas esposas em redes sociais. Penso que Reinaldo não é político de ficar resolvendo ou criando problemas escrevendo bilhetes.

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